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    Blog do Braga da Rocha


    [Aniversário]

     

    Aniversário

    Completam 10 aninhos neste 31 de outubro os filhotes de Laetitia & Mango, agora de volta à convivência comigo, ainda que com as limitações da severa alergia de que venho sofrendo. 


    Parabéns e vida longa a esses adoráveis meninos!



    Magali



    Pamela




    Salem




    Junior (in memoriam)




    Penélope (in memoriam)

     



    Escrito por Braga da Rocha às 23h03
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    Uma escolha inegavelmente acertada

    Uma escolha inegavelmente acertada

    O Tribunal Superior Eleitoral noticiou há pouco, oficialmente, a eleição de Dilma Rousseff para ocupar a Presidência da República no quadriênio 2011-2014.

    O resultado das eleições só fez confirmar os prognósticos feitos pelos institutos de pesquisa desde o início e sobretudo ao final da campanha, que apontavam uma vantagem de cerca de 12% em relação ao opositor no segundo turno, o que, em números absolutos, representa uma diferença de cerca de 10 milhões de votos. E assim, com efeito, ocorreu.

    Dilma Rousseff venceu de forma inequívoca e incontestável, ainda que o êxito não derive exclusivamente de seus próprios méritos. Os mordazes críticos da presidente eleita não se cansam de apontar o decisivo papel desempenhado pelo presidente Lula, seja na campanha eleitoral, seja na sustentação da candidatura, seja ainda, e sobretudo, na construção de sua figura política em âmbito nacional.

    A crítica, reconheça-se, é em essência procedente, embora esteja longe de autorizar o menoscabo da expressão política e eleitoral de Dilma Rousseff, ainda que capitalizada por Lula. Como titular da mais importante pasta ministerial ao longo de boa parte da gestão de Lula, Dilma colheu os justos louros de um dos mais bem-sucedidos governos da história da República, segundo dão conta a generalidade dos dados estatísticos, a opinião pública interna e externa, os organismos internacionais, o mercado financeiro mundial e, sobretudo, com reflexos diretos na eleição presidencial, o sentimento do brasileiro médio, que conheceu nesse período de oito anos inéditas políticas públicas de distribuição de renda e de incremento do bem-estar social.

    Inteiramente compreensível e nem um pouco injusta, a eleição de Dilma Rousseff representa fundamentalmente o desejo do povo brasileiro de ver o País continuar a percorrer os acertados caminhos que vêm sendo trilhados nos últimos oito anos sob Lula. Trata-se de uma escolha inegavelmente acertada.

    Folgo, como apartidário integrante do governo Lula e como cidadão brasileiro, por participar de mais esse momento histórico. 

    Meus concidadãos estão de parabéns! 





    Escrito por Braga da Rocha às 21h19
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    [Pelo voto em Dilma Rousseff para presidente]

    Pelo voto em Dilma Rousseff para presidente

    Caros amigos e leitores:

    Como se sabe, faltam menos de duas semanas para o segundo turno das eleições presidenciais. Vinha um tanto vacilante quanto à escolha e recalcitrante em declarar meu voto. Não sou fiel eleitor, apoiador ou prosélito de qualquer partido político, muito menos filiado a algum deles. Não tenho, igualmente, preferência a priori por nenhum dos candidatos envolvidos na disputa, embora reconheça grandes qualidades, como também limitações, de ambos os postulantes ao cargo de presidente.

    Como muitos bem sabem, servi ao longo dos últimos onze anos à Administração Pública federal, em Brasília, tendo ocupado diversos postos de elevado escalão no governo, tanto na gestão de Fernando Henrique Cardoso quanto na gestão de Lula. Posso dizer, pois, sem risco de cometer grande equívoco, que adquiri um vasto conhecimento e uma considerável experiência, a partir de perspectivas privilegiadas, do modo de conceber e operar a Administração ao longo desses anos, sucessivamente, pelo PSDB e pelo PT.

    É nesse contexto, por conseguinte, que posso dizer da minha inabalável certeza de não mais desejar testemunhar ações de um governo dado a promover, em nome da austeridade e da eficiência, uma verdadeira devastação das estruturas do Estado. E isso é o que se fez neste País, sistematicamente, entre os anos de 1995 e 2002. Tal devastação foi levada a cabo não apenas por meio da venda açodada e irresponsável de empresas públicas, com financiamento sustentado por dinheiro público, mas também, e sobretudo, por meio da depauperação dos órgãos e entidades da Administração, nomeadamente aqueles da área social, da fragilização de carreiras estratégicas do Estado, mantidas sem concursos de ingresso e sem salários dignos, e da desenfreada terceirização de variados serviços, no interesse do setor privado e a dano do interesse público, entre outras mazelas.

    Assim, conforme venho sinalizando em minhas mais recentes manifestações alhures, no próximo dia 31 de outubro confiarei meu voto à candidata Dilma Rousseff, do PT, pelo que representa de ruptura com o modelo outrora adotado. Convido-lhes também a considerar, pelas razões fundamentais que aqui manifesto, tal opção de voto.

    Saudações,

    Braga da Rocha





    Escrito por Braga da Rocha às 02h41
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    Como de costume, 'ad perpetuam memoriam'

    Como de costume, ad perpetuam memoriam

    Faz 32 anos que o adv. Walter Viriato da Rocha, meu saudoso pai, deixou-nos precocemente, antes de completar seu trigésimo-sexto ano de vida.

    Padeceu como mártir de sua própria boa-fé, do inflexível rigor ético de suas ações, do profundo sentimento de dever e de responsabilidade que norteava sua vida pessoal e profissional.

    Colheram-no e a sua família a incivilidade, a ignorância, a covardia, a truculência, a vilania e a barbárie de uns, facínoras ab ovo, seguidas da insensibilidade, da indiferença, da desonestidade, da mesquinhez, do oportunismo e da cupidez de outros, cujo metier consiste basicamente em potencializar a própria opulência à custa, até mesmo literalmente, do sangue alheio.

    Desses, os primeiros hoje se encontram confortavelmente assentados em suas cômodas residências, seus prodigiosos fundos de comércio e suas valiosas estâncias rurais, depois de experimentar não mais que ligeiramente o sofrimento do cárcere, que por merecimento não haveria de ser menos duradouro que o restante de sua abjeta existência. É o que resultou da combinação de considerável poderio político e econômico, capaz de em seu favor pôr a soldo aéticos causídicos de renome nacional, e da inépcia do sistema judiciário em cumprir seu elementar mister de realizar a justiça.

    Entre os demais, há os que desfrutam da fortuna de bilhões acumulada por todos os meios imagináveis, que permite a descendentes seus, prósperos e faceiros, dar-se a extravagâncias tais como a prática de esportes a motor a bordo de velozes bólidos do quilate de Ferrari e Lamborghini; há quem comande, cheio do prestígio que lhe conferem os sabujos do mundo jurídico, portentosa empresa de advocacia especializada na criminosa atividade de lobby junto ao Poder Judiciário, à sombra de escusas e promíscuas relações com integrantes de tribunais; e há ainda quem, meliante togado, mercê possivelmente de sua acentuada sensibilidade aos mesmos lobbies, figura com favoritismo nas listas de magistrados candidatos a uma cadeira no Supremo Tribunal Federal.

    Assim é, 32 anos depois. 
    Nada com que se surpreender.
    Afinal, assim é. Desde sempre.




     Nota: Esta postagem, por erro de edição, ficou por cerca de 25 dias oculta para a maioria dos leitores. Passa, agora a estar disponível para todos.




    Escrito por Braga da Rocha às 23h57
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    [Dia de São Francisco de Assis]

    Dia de São Francisco de Assis

    Hoje é dia de São Francisco de Assis, a quem os escritos hagiológicos reconhecem, entre outros atributos e qualidades, a condição de patrono dos animais.

    Quando se discute mundo afora temas como a manutenção do selvagem espetáculo das touradas e o incremento da covarde caça às baleias, parece-me muito oportuno a lembrança do modo de vida franciscano, não somente naquilo que se costuma mais salientar, que são a modéstia e o desprendimento dos valores mundanos, mas sobretudo em seu extraodinário amor por todas as criaturas.

    Por oportuno, faço um breve registro sobre o cãozinho por mim acolhido há dois anos, nesta precisa data, gravemente ferido nas ruas de Belo Horizonte. Francisco, vulgo Chico, após longo e penoso tratamento, que incluiu a amputação parcial de uma pata, encontra-se plenamente recuperado, saudável e bem nutrido. Não achou ainda um lar definitivo, mas tem em torno de si uma família zelosa, que nutre amor e respeito pelos animais. Em breve publicarei fotos suas neste blog.

    Que o legado de Francisco de Assis siga a proteger os animais.

     



    Escrito por Braga da Rocha às 21h41
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    [Apoio a Anastasia, Bruno Wanderley e Paulo Cardoso]

    Apoio a Anastasia, Bruno Wanderley e Paulo Cardoso

    Neste domingo de eleições no País, registro aqui, como já fiz alhures, os melhores augúrios a três candidatos  todos meus amigos de longa data, a partir do ambiente da Faculdade de Direito da UFMG, onde são ou fomos alunos e professores  cujas credenciais posso integralmente afiançar e que, por essa razão, contam com meu incondicional apoio no pleito ao Governo do Estado, à Camara dos Deputados e à Assembléia Legislativa, respectivamente. 

    Aos meus leitores, peço que considerem, também, a possibilidade de homenageá-los com seu voto.


    Post scriptum
    :
    O País acompanhou, na noite de domingo, 3 out., a acachapante vitória do Prof. Antonio Augusto Junho Anastasia na eleição para o governo do Estado, com quase o dobro de votos de seu principal oponente. Os mineiros que prezam competência e probidade como qualidades essenciais a seu governador estão exultantes! O Prof. Bruno Wanderley e o Prof. Paulo Cardoso não tiveram o mesmo êxito nas eleições parlamentares, mas todos esperamos melhor sorte e trabalharemos ainda mais por isso, na próxima ocasião. Agradeço àqueles que manifestaram sua adesão a cada candidatura e também àqueles que, não a tendo manifestado, votaram ou ofereceram as mais diversas formas de apoio às respectivas campanhas.

     



    Escrito por Braga da Rocha às 06h25
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