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    Blog do Braga da Rocha


    [No dia-a-dia, estou no Twitter!]

    No dia-a-dia, estou no Twitter!

    Para reflexões diárias, em pílulas, siga-me no Twitter (www.twitter.com/bragadarocha).

    Eis um mosaico com meus contactos por lá:



    Escrito por Braga da Rocha às 06h35
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    [Braga da Rocha em números]

    Braga da Rocha em números



    Escrito por Braga da Rocha às 14h15
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    [Restam esperanças na sobrevivência das tradições acadêmicas]

    Restam esperanças na sobrevivência das tradições acadêmicas

    O medíocre Pinheiro Neto, dono de império no ramo da advocacia, e o banqueiro Pedro Conde tentaram comprar espaço no velho prédio da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Desejavam ingressar de contrabando no seleto rol de homenageados por meio da nomeação de salas, honraria ordinariamente reservada a grandes professores da Casa.

    O então diretor e atual reitor da USP, J. Grandino Rodas, vendeu a Pinheiro Neto e a Conde o objeto de desejo por R$ 1 milhão, cada, a título de doação para a Instituição.

    Mas a comunidade acadêmica, ciosa da preservação das mais que centenárias tradições e da inalienável dignidade da instituição, recusou-se a entregar o objeto do espúrio acordo.

    O episódio me dá ainda alguma esperança quanto à preservação, ao menos na São Francisco, das boas tradições universitárias.

    Cumprimentos à Congregação e aos alunos da Faculdade de Direito da USP.


    Nome de Pinheiro Neto é removido do umbral de sala de aula
    do tradicional prédio da Faculdade de Direito da USP

    Leia excelente matéria sobre o assunto no sítio eletrônico do Estadão:
    http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,diretor-da-sao-francisco-diz-que-ira-renunciar-ao-cargo,557641,0.htm



    Escrito por Braga da Rocha às 12h30
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    Escrito por Braga da Rocha às 00h51
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    [I Seminário Luso-Brasileiro de Educação Jurídica]


    I Seminário Luso-Brasileiro de Educação Jurídica

    Em andamento nestes dias, na Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia, o I Seminário Luso-Brasileiro de Educação Jurídica.

    Na bem elaborada programação consta a conferência de meu dileto amigo Prof. Dr. José Luiz Borges Horta, que defende a adesão do Brasil ao Protocolo de Bologna.

    Lamento por não estar presente.



    Escrito por Braga da Rocha às 22h04
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    [Por ocasião do Labor Day, uma breve reflexão]


    Por ocasião do Labor Day, uma breve reflexão

    Na cultura grego-romana, como dão conta os estudos filosóficos, sociológicos e etimológicos, a idéia de trabalho está invariavelmente ligada à de sacrifício, dor ou mesmo pena. 

    Há quem atribua ao movimento da reforma protestante a inversão desse sentido, de modo a conduzir ao abandono das conotações pejorativas do trabalho, para passar a significar esse termo algo útil e positivo (cf. FAVA, Rubens. De onde vem o trabalho?. Disp. em http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/de-onde-vem-o-trabalho/29709/).

    Essa atribuição de sentido positivo ao trabalho ao tempo da reforma atende sob medida aos interesses do então nascente modo de produção capitalista, que, quer se admita ou não, surge e sobrevive baseado na exploração — não raro cruel — por uns da força de trabalho de outros.

    Assim, a se dar como correta a tese de que a Lutero e aos seus cabe esse importante papel na 'virada conceptual' da idéia de trabalho, confirma-se plenamente, também neste particular, a conhecida tese de Max Weber, lançada em seu Die protestantische Ethik und der 'Geist' des Kapitalismus, a respeito da influência exercida pelo protestantismo na construção das bases do capitalismo.

    Mas, afinal, em que medida tem o trabalho esse sentido nobre e elevado que se lhe procuram imputar?

    Ora, só se pode conceber o trabalho como algo que, segundo a velha máxima, 'enobrece o homem' quando o móvel essencial do trabalho consiste na própria realização do indivíduo. Em outras palavras, isso significa que o trabalho que alguém exerce com a intenção precípua de atender a uma vocação, dar sentido à própria existência ou contribuir para o progresso da sociedade, esse, sim, é um trabalho enobrecedor, que eleva o homem e o põe no caminho de sua realização pessoal.

    Que dizer, porém, do trabalho que se faz não mais que para atender às necessidades elementares da sobrevivência, muitas vezes ao arrepio das vocações ou inclinações pessoais?

    Esse trabalho — muito diverso do tipo de trabalho de que logo antes se falava —, a que se sujeita a quase totalidade dos seres humanos, é trabalho que rebaixa, vilipendia e escraviza o homem, submete-o a outros homens e o condena a uma existência inteiramente estéril, seja no amealhar da verdadeira riqueza material, coisa a que o trabalho não conduz, seja na busca de sua mais genuína e essencial realização.

    'Vida bovina', como diria meu velho amigo Ricardo Carneiro. 

    Nada a comemorar em primeiro de maio, pois. Salvo um lazy day...



    Escrito por Braga da Rocha às 08h18
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    [Em direção ao Twitter]

    Em direção ao Twitter

    Prometi — em postagem imediatamente anterior, há mais de mês — que em breve retomaria o curso das postagens neste blog.

    Todavia não o fiz, em que pese o afastamento de minhas atividades em Brasília, tanto na Controladoria-Geral da União como no Ministério da Educação, e a pausa em meus trabalhos de doutorado em Belo Horizonte, na UFMG.

    Tenho cá minhas razões, que vão desde a freqüente oscilação do estado saúde e, conseqüentemente, da disposição e do humor, até o limitado, desconfortável e por vezes irritante editor de mensagens que o UOL coloca à disposição dos bloggers que operam neste sistema.

    Decidi, à vista desse quadro, experimentar u'a migração parcial para o Twitter, mini-blog ágil e de grande visibilidade, além de mais simples e fácil de operar, que impõe ao usuário, todavia, limitação quantitativa de texto. As postagens mais longas, densas e complexas, portanto, seguirão a ser feitas aqui e anunciadas no Twitter. Vejamos se funciona.

    Espero, pois, que passemos a nos encontrar mais amiúde naquele ambiente.

    Até breve!



    http://twitter.com/bragadarocha

     



    Escrito por Braga da Rocha às 05h44
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